DIÁRIO VIRTUAL atravessar o que nos nega, chegar ao Sim: e é assim que tu verás um S nestes dias cegos VIAGEM A ANDARA oO LIVRO INVISÍVEL VICENTE FRANZ CECIM
17 de fevereiro de 2012
12 de fevereiro de 2012
A asa e a serpente & Manifestos Curau, de Vicente Franz Cecim, lançados em nova edição pelo jornal Diário do Pará
LINK para ENTREVISTA de VFCECIM sobre o LANÇAMENTO
1 de fevereiro de 2012
25 de janeiro de 2012
3 de janeiro de 2012
MÚSICA DO SANGUE DAS ESTRELAS Vicente Franz Cecim.
ou via pesquisa Google pelo nome do autor ou título do filme.
24 de dezembro de 2011
Kafka: MusikAndara
Música, seleção de imagens e montagem:
Vicente Franz Cecim
Como a floresta respira ao luar!
Ora se encolhe e fica pequena, compacta,
e as árvores se lançam para cima,
ora alarga, transforma todas as encostas num tapete liso,
é vegetação rasteira,
é ainda menos,
é uma miragem nevoenta e longínqua.
Franz Kafka
Fragmentos
18 de outubro de 2011
Celebração das noites fatigadas Vicente Franz Cecim
há Desesperos circulares, Tu sabes desesperos
como o do animal no Escuro escuro
Girando
contido no Centro que seu giro gera
E a cada giro, Pura
emissão de intensidade busca as margens para Além das margens
E a cada giro, o Não
Escrita de grades: a palavra Dor não é a palavra Sim
Mais um giro, e eis: a Queda
Luz fenecendo
o Centro que des
morona, des
falece em centro Oo
E se esmorece
o Desespero, e se
se apaga: Se sob a pele Negra olhos se ocultam,
na harpa de grades a pausa é breve e não há Música
pois foi escrito no Bosque Sem Ternuras, em nossa Face: Que os olhos que uma vez se
fechem outra vez se abram,
e eles se abrem,
Cílio sem paz se
acende o Desespero
e Testemunha: as Grades permanecem Lá
E se adormece para os Sonos dos Alívios? Sem
remédio Sem
remédio,
porque sonha Grades
ah, tudo oculta em sonhos a Catedral de cinzas
as Margens
o Círculo
e a chave perdida
Animal escuro,
te tornaste o próprio Centro escuro
Tece teus cílios de Hera sagrada
Cintila
nas noites Sonha
com a Alvura
Não sabes que Outro centroO
te Ilumina,
mais Escuro?
há Desesperos circulares, Tu sabes
Vozes de Andara } Vicente Franz Cecim
I
ó Árvore de Negros Corais e dos silêncios do Céu
S
ubmerso
em Si como um homem
esquecido pelas paisagen
S
E vagando
Como se um mundo Não existisse
Um mundo não
como um mundo Sim
E convivendo com Ausência e Sombra
Quase deitado na linha do Horizonte, e sem temer a Lâmina, e com os pés pisoteando
estrelas:
dança,
mas não é O Dançarino
II
na via Lenta
este é o caminho das
Grades,
e ouves no fundo da Terra portões de ferro voltando ao pÓ,
como tu
Mas Tu não cumprirás toda a Profecia
Afinal,
não chegaste pela rua da tua Infância? N
ão
tropeçaste na porta da Sede e a Água te ergueu?
Não testemunhas o regresso das árvores nos sonhos da Semente
e
não passa Dentro de ti
a Outra via?
leve
Que
leva
à Leveza Invisível
III
esboçando no Sem Rumo
quando passas, em Si se esconde a Árvore
dos Negros Corais
tu passeias sem Clamor
quem sabe: Até cantes
e o Caminho não é longo
não colheste nenhum fruto,
mas os Corais vão contigo
e teus Passos vão deixando Rumor de treva e água profunda, pois
te seguem, Negros, os Corais
ó Árvore dos Negros Corais
quando passas em Ti
se esconde
ó Árvore de Negros Corais e dos silêncios do Céu
S
ubmerso
em Si como um homem
esquecido pelas paisagen
S
E vagando
Como se um mundo Não existisse
Um mundo não
como um mundo Sim
E convivendo com Ausência e Sombra
Quase deitado na linha do Horizonte, e sem temer a Lâmina, e com os pés pisoteando
estrelas:
dança,
mas não é O Dançarino
II
na via Lenta
este é o caminho das
Grades,
e ouves no fundo da Terra portões de ferro voltando ao pÓ,
como tu
Mas Tu não cumprirás toda a Profecia
Afinal,
não chegaste pela rua da tua Infância? N
ão
tropeçaste na porta da Sede e a Água te ergueu?
Não testemunhas o regresso das árvores nos sonhos da Semente
e
não passa Dentro de ti
a Outra via?
leve
Que
leva
à Leveza Invisível
III
esboçando no Sem Rumo
quando passas, em Si se esconde a Árvore
dos Negros Corais
tu passeias sem Clamor
quem sabe: Até cantes
e o Caminho não é longo
não colheste nenhum fruto,
mas os Corais vão contigo
e teus Passos vão deixando Rumor de treva e água profunda, pois
te seguem, Negros, os Corais
ó Árvore dos Negros Corais
quando passas em Ti
se esconde
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